Quem sou eu

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Sou uma pessoa que adoro viver a vida,que tenho grandes sonhos e que AMO de paixão a minha família. Fui apaixonada pelo magistério e dediquei 25 anos de minha vida na educação e neste período tive o prazer de conviver com inúmeras crianças e adolescente, registrei cada um para que eu jamais pudesse esquecer cada rostinho.Hoje dou de presente toda esta história. E como fotógrafa amo o que faço.Registro tudo o que me chama atenção ou que possa me contar uma história, então criei o blog Capela de Santana - Rio Grande do Sul - Minha Pátria amada,onde conto através de fotos,reportagens em jornais e site a história de minha cidade,....APROVEITEM E PESQUISE.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

HINO DE CAPELA DE SANTANA e outros hinos oficiais do Brasil







BRASÃO



BANDEIRA DO MUNICÍPIO



HINO DE CAPELA DE SANTANA - RS



Entre o Rio dos Sinos e o Rio Caí
Brilha uma estrela de esplendor
Os mais verdes campos estão aqui
Abraçando as águas e fontes com amor.

Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.

Oito de dezembro é nossa alegria
Pois marcou tua emancipação.
Os teus filhos livres em harmonia,
Trilham o progresso com honra e tradição.

Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.

Tua nobre história nos faz lembrar,
Dos trilhos de sonhos, foste estação.
Glória aos pioneiros a cultivar
O teu solo fértil em paz e união.

Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.



                                      




                                     HINO NACIONAL BRASILEIRO
    
                                       


HINO NACIONAL
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Atualizado ortograficamente em conformidade com Lei nº 5.765 de 1971, e com
art.3º da Convenção Ortográfica celebrada entre Brasil e Portugal. em 29.12.1943.








HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL





O Hino da Independência do Brasil foi criado logo após o 7 de setembro. A letra do hino é de Evaristo da Veiga e a música de D. Pedro I.


Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.




Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.




Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil...

Houve mão mais poderosa:

Zombou deles o Brasil.




Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.




Não temais ímpias falanges,

Que apresentam face hostil;

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.




Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.




Parabéns, ó brasileiro,

Já, com garbo varonil,

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil.




Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.



                                                                     Glossário:

- Brava: valente
- Servil: relativo a servo, subserviente
- Grilhões: corrente de metal
- Perfídia: deslealdade, traição
- Astuto: habilidoso para fazer o mal
- Ardil: artimanha, estratégia
- Ímpias: cruéis
- Falanges: tropa, legião
- Hostil: inimigo
- Garbo: elegância, porte
- Varonil: viril, esforçado


Letra: Evaristo Ferreira da Veiga
Música: D.Pedro I





                                           




HINO A BANDEIRA









Hino à Bandeira do Brasil tem letra de Olavo Bilac (1865-1918) e música de Francisco Braga (1868-1945). Foi apresentado pela primeira vez em 1906. Surgiu inicialmente de um pedido do prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac e ao prof. Francisco Braga. Inicialmente foi utilizado pela prefeitura do Rio de Janeiro, sendo cantado nas escolas e posteriormente sua execução foi se estendendo às corporações militares e demais estados 

                                              Letra


Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz.
Tua nobre presença à lembrança.
A grandeza da Pátria nos traz.
Refrão
Recebe o afeto que se encerra.
Em nosso peito juvenil[1] ,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas.
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
(Refrão)

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser!
(Refrão)

Sobre a imensa nação brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira,
Pavilhão da justiça e do amor!
(Refrão)



                                     







                  HINO DA  PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA






                                                 A letra do Hino da Proclamação da República  foi escrito por Medeiros de Albuquerque e a música composta por leopoldo Migues.

                                        HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus.
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz


Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar !
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz



Se é mister que de peitos valentes

Haja sangue em nosso pendão,

Sangue vivo do herói Tiradentes

Batizou neste audaz pavilhão!

Mensageiro de paz, paz queremos,

É de amor nossa força e poder,

Mas da guerra, nos transes supremos

Heis de ver-nos lutar e vencer!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós,




Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz

Do Ipiranga é preciso que o brado

Seja um grito soberbo de fé!

O Brasil já surgiu libertado,

Sobre as púrpuras régias de pé.

Eia, pois, brasileiros avante!

Verdes louros colhamos louçãos!

Seja o nosso País triunfante,

Livre terra de livres irmãos!

Liberdade! Liberdade!

Abre as asas sobre nós!

Das lutas na tempestade

Dá que ouçamos tua voz!



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                                                                           Vocabulário



Audaz: corajoso

Augusto: majestoso

Aurora: nascer do sol

Brado: grito

Estandarte: bandeira

Hostis: inimigos

Labéus: desonras

Lampejo: clarão

Louçãos: vistosos

Louros: glórias

Mister: necessário

Outrora: em outro tempo

Ovante: vitoriante

Pálio: manto

Pendão: bandeira

Porvir: tempo futuro

Púrpuras: vermelhos-escuros

Rebel: revoltoso

Régias: reais

Remir: redimir

Rubro: vermelho

Soberbo: orgulhoso

Tiranos: governantes cruéis
Torpes: repugnantes
Transes supremos: momentos decisivos





                                                    HINO DO EXÉRCITO




Nós somos da Pátria a guarda,

Fiéis soldados,

Por ela amados

Nas cores de nossa farda

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória



Em nosso valor se encerra

Toda a esperança

Que um povo alcança

Quando altiva for a Terra

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória



A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor



A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor



Como é sublime

Saber amar,

Com a alma adorar

A terra onde se nasce!

Amor febril

Pelo Brasil

No coração

Nosso que passe



E quando a nação querida,

Frente ao inimigo,

Correr perigo,

Se dermos por ela a vida

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória



Assim ao Brasil faremos

Oferta igual

De amor filial

E a ti, Pátria, salvaremos!

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória



A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor



A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor


Letra: Ten Cel Alberto Augusto Martins
Música: T. de Magalhães
Banda: 24º Batalhão de Caçadores

Arquivo Mp3 128Kbps, 44Khz, estéreo
Retirado do Livro Hinos e Canções Militares, Edição de 1976.





                                  HINO DOS AVIADORES BRASILEIROS





Vamos filhos altivos dos ares
Nosso vôo ousado alçar

Sobre campos, cidades e mares

Vamos nuvens e céus enfrentar




D´astro rei desafiamos os cimos

Bandeirantes audazes do azul

Às estrelas de noite subimos

Para orar ao Cruzeiro do Sul





Contato, companheiros !

Ao vento sobranceiros

Lancemos o roncar

Da hélice a girar





Mas se explode o corisco no espaço

Ou a metralha na guerra rugir

Cavaleiros do século do aço

Não nos faz o perigo fugir




Não importa a tocaia da morte

Pois que a pátria dos céus o altar

Sempre erguemos de ânimo forte

O holocausto da vida a voar





Contato, companheiros !

Ao vento sobranceiros

Lancemos o roncar

Da hélice a girar





Compositor: Cap Armando Serra De Menezes










                                         CANÇÃO DO MARINHEIRO





Qual cisne branco que em noite de lua 
Vai deslizando num lago azul.
O meu navio também flutua 
Nos verdes mares de Norte a Sul.

Linda galera que em noite apagada 
Vai navegando num mar imenso 
Nos traz saudades da terra amada 
Da Pátria minha em que tanto penso. 

Qual linda garça que aí vai cruzando os ares 
Vai navegando 

Sob um belo céu de anil 
Minha galera 

Também vai cruzando os mares 
Os verdes mares, 

Os mares verdes do Brasil. 

Quanta alegria nos traz a volta 
À nossa Pátria do coração 
Dada por finda a nossa derrota 
Temos cumprido nossa missão.

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Compositor: Música: Antonio Manoel Do Espírito Santo / Letra: Benedito Xavier De Macedo












                                             HINO RIO-GRANDENSE


Hino Rio-Grandense é o hino oficial da República do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura (mais conhecido na época como "Chiquinho da Vovó"), música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
Oficialmente existe o registro de três letras diferentes para o hino, desde os tempos da Revolução Farroupilha até aos nossos dias, até que finalmente foi resolvido por uma comissão abalizada qual seria a versão oficial, pouco antes dos festejos do Centenário da Revolução Farroupilha.

                                          Letra do Hino

Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o Vinte de Setembro
O precursor da liberdade.
Refrão
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra

Mas não basta pra ser livre
Ser forte aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo.







MUSICAS EM HOMENAGEM AO RIO GRANDE DO SUL 




                                                 Ray Dorneles, cantor e compositor Capelense.                                


                                                                            Os Serranos


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