BRASÃO
BANDEIRA DO MUNICÍPIO
HINO DE CAPELA DE SANTANA - RS
Entre o Rio dos Sinos e o Rio Caí
Brilha uma estrela de esplendor
Os mais verdes campos estão aqui
Abraçando as águas e fontes com amor.
Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.
Oito de dezembro é nossa alegria
Pois marcou tua emancipação.
Os teus filhos livres em harmonia,
Trilham o progresso com honra e tradição.
Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.
Tua nobre história nos faz lembrar,
Dos trilhos de sonhos, foste estação.
Glória aos pioneiros a cultivar
O teu solo fértil em paz e união.
Capela de Santana, ó terra sem par,
Teu nome é fruto de nossa fé e devoção.
Tu és hospitaleira, és meu doce lar,
Minha linda querência, tu és o meu chão.
HINO NACIONAL BRASILEIRO
HINO NACIONAL
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Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Música: Francisco Manuel da Silva
Atualizado ortograficamente em conformidade com Lei nº 5.765 de 1971, e com
art.3º da Convenção Ortográfica celebrada entre Brasil e Portugal. em 29.12.1943.
art.3º da Convenção Ortográfica celebrada entre Brasil e Portugal. em 29.12.1943.
HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
O Hino da Independência do Brasil foi criado logo após o 7 de setembro. A letra do hino é de Evaristo da Veiga e a música de D. Pedro I.
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Glossário:
- Brava: valente
- Servil: relativo a servo, subserviente
- Grilhões: corrente de metal
- Perfídia: deslealdade, traição
- Astuto: habilidoso para fazer o mal
- Ardil: artimanha, estratégia
- Ímpias: cruéis
- Falanges: tropa, legião
- Hostil: inimigo
- Garbo: elegância, porte
- Varonil: viril, esforçado
Letra: Evaristo Ferreira da Veiga
Música: D.Pedro I
Letra: Evaristo Ferreira da Veiga
Música: D.Pedro I
HINO A BANDEIRA
O Hino à Bandeira do Brasil tem letra de Olavo Bilac (1865-1918) e música de Francisco Braga (1868-1945). Foi apresentado pela primeira vez em 1906. Surgiu inicialmente de um pedido do prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac e ao prof. Francisco Braga. Inicialmente foi utilizado pela prefeitura do Rio de Janeiro, sendo cantado nas escolas e posteriormente sua execução foi se estendendo às corporações militares e demais estados
Letra
- Salve lindo pendão da esperança!
- Salve símbolo augusto da paz.
- Tua nobre presença à lembrança.
- A grandeza da Pátria nos traz.
- Refrão
- Recebe o afeto que se encerra.
- Em nosso peito juvenil[1] ,
- Querido símbolo da terra,
- Da amada terra do Brasil!
- Em teu seio formoso retratas.
- Este céu de puríssimo azul,
- A verdura sem par destas matas,
- E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
- (Refrão)
- Contemplando o teu vulto sagrado,
- Compreendemos o nosso dever,
- E o Brasil por seus filhos amado,
- Poderoso e feliz há de ser!
- (Refrão)
- Sobre a imensa nação brasileira,
- Nos momentos de festa ou de dor,
- Paira sempre sagrada bandeira,
- Pavilhão da justiça e do amor!
- (Refrão)
HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
A letra do Hino da Proclamação da República foi escrito por Medeiros de Albuquerque e a música composta por leopoldo Migues.
HINO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus.
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar !
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou neste audaz pavilhão!
Mensageiro de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra, nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
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Vocabulário
Audaz: corajoso
Augusto: majestoso
Aurora: nascer do sol
Brado: grito
Estandarte: bandeira
Hostis: inimigos
Labéus: desonras
Lampejo: clarão
Louçãos: vistosos
Louros: glórias
Mister: necessário
Outrora: em outro tempo
Ovante: vitoriante
Pálio: manto
Pendão: bandeira
Porvir: tempo futuro
Púrpuras: vermelhos-escuros
Rebel: revoltoso
Régias: reais
Remir: redimir
Rubro: vermelho
Soberbo: orgulhoso
Tiranos: governantes cruéis
Torpes: repugnantes
Transes supremos: momentos decisivos
HINO DO EXÉRCITO
Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe
E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor
Letra: Ten Cel Alberto Augusto Martins
Música: T. de Magalhães
Banda: 24º Batalhão de Caçadores
Música: T. de Magalhães
Banda: 24º Batalhão de Caçadores
Arquivo Mp3 128Kbps, 44Khz, estéreo
Retirado do Livro Hinos e Canções Militares, Edição de 1976.
Retirado do Livro Hinos e Canções Militares, Edição de 1976.
HINO DOS AVIADORES BRASILEIROS
Vamos filhos altivos dos ares
Nosso vôo ousado alçar
Sobre campos, cidades e mares
Vamos nuvens e céus enfrentar
D´astro rei desafiamos os cimos
Bandeirantes audazes do azul
Às estrelas de noite subimos
Para orar ao Cruzeiro do Sul
Contato, companheiros !
Ao vento sobranceiros
Lancemos o roncar
Da hélice a girar
Mas se explode o corisco no espaço
Ou a metralha na guerra rugir
Cavaleiros do século do aço
Não nos faz o perigo fugir
Não importa a tocaia da morte
Pois que a pátria dos céus o altar
Sempre erguemos de ânimo forte
O holocausto da vida a voar
Contato, companheiros !
Ao vento sobranceiros
Lancemos o roncar
Da hélice a girar
Compositor: Cap Armando Serra De Menezes
CANÇÃO DO MARINHEIRO
Qual cisne branco que em noite de lua
Vai deslizando num lago azul.
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de Norte a Sul.
Linda galera que em noite apagada
Vai navegando num mar imenso
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso.
Qual linda garça que aí vai cruzando os ares
Vai navegando
Sob um belo céu de anil
Minha galera
Também vai cruzando os mares
Os verdes mares,
Os mares verdes do Brasil.
Quanta alegria nos traz a volta
À nossa Pátria do coração
Dada por finda a nossa derrota
Temos cumprido nossa missão.
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Compositor: Música: Antonio Manoel Do Espírito Santo / Letra: Benedito Xavier De Macedo
HINO RIO-GRANDENSE
O Hino Rio-Grandense é o hino oficial da República do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura (mais conhecido na época como "Chiquinho da Vovó"), música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
Oficialmente existe o registro de três letras diferentes para o hino, desde os tempos da Revolução Farroupilha até aos nossos dias, até que finalmente foi resolvido por uma comissão abalizada qual seria a versão oficial, pouco antes dos festejos do Centenário da Revolução Farroupilha.
Letra do Hino
Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o Vinte de Setembro
O precursor da liberdade.
- Refrão
Mostremos valor, constância
Nesta ímpia e injusta guerra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
Mas não basta pra ser livre
Ser forte aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo.
MUSICAS EM HOMENAGEM AO RIO GRANDE DO SUL
Os Serranos



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