Escolas
Em 1814 , Capela tinha até uma escola, com
professor conceituado e os fazendeiros de Montenegro,
Pareci, Caí e outras localidades próximas mandavam seus
filhos lá, para aprender a ler, escrever e fazer contas.
(Fonte: Histórias do Vale)
Esta foto é a mais antiga que consegui.
Alunos da professora Ritinha pousando para foto.
Alunos de uma escola que tinha no Boqueirão.
Passeio a Porto Alegre
Sadi dos Santos Flores,Dalva de Oliveira ....
Escola de Ensino Fundamental
Cândido Rondon
Inauguração da escola
2012
Lembrança escolar que eu fiz
Escola Municipal de Ensino Fundamental
Victor Adalberto Kesller
Os proprietários da Arrozeira Brasileira eram pessoas que tinham uma visão adiante no tempo e com a chegada de muitas pessoas a Capela para trabalhar, eles sentiram a necessidade de criar uma escola em tempo integral.
Um turno aula normal e outro com cursos técnicos que já encaminhavam estas pessoas para o trabalho especializado na indústria.
Os jovens e os adultos podiam escolher entre: Mecânica, Marcenaria, Fundição e Eletricidade .

2012
Lembrança Escolar
2015
A escola
Lembranças que eu fiz
Todas as turmas
As turmas
Professora Ana Helena
Professora Carine
Professora Roberta
Professora Rosangela
Professora Itamara
2016
A escola
Lembrança escolar que eu fiz
Professora Fernanda
Professora Lisete
Professora Roberta
Professora Ana Helena
Professora Ilza
Professora Márcia
A escola
Lembrança Escolar
A Escola foi demolida em 2014 e os alunos foram espalhados pelas demais escolas do município até 2015. A partir daí passaram a estudar no Salão Paroquial ,prédio alugado pela Mitra ao estado.
Abaixo notícias tiradas de jornais sobre a Escola
Capela de Santana - Sexta-Feira, 20 de Março de 2015 - Hora:16:27
Uma reunião no último dia 13, sexta-feira, tratou sobre a situação do Instituto Estadual Manoel de Almeida Ramos (IEMAR).
O prédio do colégio, que tem 75 anos de história, foi demolido para a construção de um novo. A promessa foi de que durante as obras teriam salas modulares provisórias, mas o custo para isso é alto e o Governo está com contenção de gastos. A preocupação é quando será construído o novo prédio e como fica a situação dos cerca de 780 alunos, da 6ª série ao 3º ano do Ensino Médio, da maior escola da cidade.
Mesmo sendo uma escola estadual, o prefeito Nestor Bernardes decidiu realizar mais uma reunião, desta vez com a Coordenadora Regional de Educação, Helenise Ávila Juchen, e o Coordenador Adjunto Roberto Amaral, além de representantes da Diocese de Montenegro e da Paróquia Santa Ana, direção do Instituto Almeida Ramos e membros da SMEC. Bernardes lamentou a difícil situação dos alunos e professores, que estão num local cedido junto ao CTML. Lembrou que o município sempre ajudou com o transporte escolar e a cedência das instalações da Escola Municipal Padre João Inácio de Mello para abrigar os alunos do noturno, que utilizaram este espaço até o final de 2014, sendo depois transferidos para a Escola Estação Azevedo.
A Coordenadora Helenise esclareceu que o assunto é complexo, alegando que existe somente um pedido de demolição e que não foi feito um projeto para construção de novos prédios. Devido ao alto custo, disse que a colocação de salas modulares se tornou inviável. Ela se comprometeu em agendar uma audiência com o Secretário Estadual de Educação, Vieira da Cunha, para tentar encaminhar uma solução sobre a construção dos prédios.
Buscando uma solução imediata, o prefeito se dispôs a acertar com a Diocese de Montenegro o pagamento de aluguel do Salão Paroquial até que este esteja com toda a documentação regularizada. A coordenadora confirmou que após esta regularização, o Estado pode fazer um contrato e assumir o aluguel do prédio. Uma reunião na Diocese também será agendada para acertar um valor de aluguel que o município possa assumir, com autorização da Câmara de Vereadores.
Para Nestor, isso proporcionará aos alunos e professores um local em melhores condições para o aprendizado, além de diminuir os custos e transtornos com o transporte.
Como aprender?
2018
A escola
Instituto Estadual
Manoel de Almeida Ramos
Em1965, era instalado o Ginásio Estadual Manoel de Almeida Ramos.
2008
A Escola foi demolida em 2014 e os alunos foram espalhados pelas demais escolas do município até 2015. A partir daí passaram a estudar no Salão Paroquial ,prédio alugado pela Mitra ao estado.
Abaixo notícias tiradas de jornais sobre a Escola
2ª CRE
Instituto Manoel de Almeida Ramos recebe investimento de quase R$ 1,5 milhão
Nesta terça-feira (03) a titular da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Rosana Santos, visitou escolas na cidade de Capela de Santana. Entre as notícias boas que Rosana levou para a cidade, está o investimento de R$ 1,4 milhão na reestruturação predial do Instituto Estadual Manoel de Almeida Ramos. O início está previsto para 30 dias e está na fase de empenho das obras. De acordo com a diretora da escola, Adelaide Teresinha Alves da Silva, a escola está esperando por essas melhorias há oito anos.
Além desse investimento, a escola recebeu, há 15 dias, um muro, que, de acordo com a diretora, “traz mais tranquilidade e segurança a toda a comunidade escolar”. Adelaide explica que os alunos estão ajudando na jardinagem e no paisagismo para tornar o espaço cada vez mais agradável. Também está no horizonte uma horta escolar. “Temos muitos alunos que são filhos de agricultores e eles têm um acúmulo de saberes muito importante e que a escola quer valorizar”. Atualmente a escola atende a 743 alunos das séries finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
O Instituto Manoel de Almeida Ramos é a única escola da cidade a ofertar o Ensino Médio e tem um papel fundamental para a comunidade. Para a coordenadora da 2ª CRE, Rosana Santos, as obras representam a valorização da educação estadual, além de revelar o olhar da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para as necessidades situadas de cada comunidade escolar.
Alunos da escola Almeida Ramos poderão estudar no salão paroquial
Escola foi demolida e 780 alunos estão em locais provisórios
Uma reunião no último dia 13, sexta-feira, tratou sobre a situação do Instituto Estadual Manoel de Almeida Ramos (IEMAR).
O prédio do colégio, que tem 75 anos de história, foi demolido para a construção de um novo. A promessa foi de que durante as obras teriam salas modulares provisórias, mas o custo para isso é alto e o Governo está com contenção de gastos. A preocupação é quando será construído o novo prédio e como fica a situação dos cerca de 780 alunos, da 6ª série ao 3º ano do Ensino Médio, da maior escola da cidade.
Mesmo sendo uma escola estadual, o prefeito Nestor Bernardes decidiu realizar mais uma reunião, desta vez com a Coordenadora Regional de Educação, Helenise Ávila Juchen, e o Coordenador Adjunto Roberto Amaral, além de representantes da Diocese de Montenegro e da Paróquia Santa Ana, direção do Instituto Almeida Ramos e membros da SMEC. Bernardes lamentou a difícil situação dos alunos e professores, que estão num local cedido junto ao CTML. Lembrou que o município sempre ajudou com o transporte escolar e a cedência das instalações da Escola Municipal Padre João Inácio de Mello para abrigar os alunos do noturno, que utilizaram este espaço até o final de 2014, sendo depois transferidos para a Escola Estação Azevedo.
A Coordenadora Helenise esclareceu que o assunto é complexo, alegando que existe somente um pedido de demolição e que não foi feito um projeto para construção de novos prédios. Devido ao alto custo, disse que a colocação de salas modulares se tornou inviável. Ela se comprometeu em agendar uma audiência com o Secretário Estadual de Educação, Vieira da Cunha, para tentar encaminhar uma solução sobre a construção dos prédios.
Buscando uma solução imediata, o prefeito se dispôs a acertar com a Diocese de Montenegro o pagamento de aluguel do Salão Paroquial até que este esteja com toda a documentação regularizada. A coordenadora confirmou que após esta regularização, o Estado pode fazer um contrato e assumir o aluguel do prédio. Uma reunião na Diocese também será agendada para acertar um valor de aluguel que o município possa assumir, com autorização da Câmara de Vereadores.
Para Nestor, isso proporcionará aos alunos e professores um local em melhores condições para o aprendizado, além de diminuir os custos e transtornos com o transporte.
Capela de Santana - Terça-Feira, 26 de Maio de 2015 - Hora:19:22
Como aprender?
Após demolição de escola, alunos estão amontoados no CTML
Até ratos e cobras invadem as salas provisórias do Instituto Almeida Ramos
Alunos amontoados em pequenas salas e até nos corredores, dividindo espaço com livros e móveis. A estrutura é precária, chegando a faltar água e luz. O refeitório fica distante cerca de 600 metros, sendo impossível os estudantes realizarem as refeições em dias de chuva e frio. Esta é a situação precária do Instituto Estadual Manoel de Almeida Ramos (IEMAR).
Maior escola da Capela uma das principais da região, o Iemar já chegou a ter 1300 alunos. Hoje conta com menos da metade disso. “Tem 40 alunos onde cabem 15”, lamentou a atual secretária municipal de educação, Vanda Oliveira. Ela lembra que trabalhou no Almeida Ramos por 32 anos, sendo diretora e vice por cerca de 10 anos. “As condições hoje são desumanas”, completa, sobre as aulas que estão ocorrendo provisoriamente no CTML (Centro de Treinamento e Mecanização da Lavoura), distante cerca de 4 quilômetros do antigo local do colégio. E os problemas não param por aí.
O acesso é muito ruim, causando transtornos e aumentando os custos com o transporte escolar. Computadores novos não podem funcionar, ficando os alunos sem laboratório de informática. Chegou até a faltar água nas torneiras e banheiros, com as aulas tendo de ser suspensas por quinze dias. “Está tudo amontoado”, lamentou a professora Ana Lúcia Raques Ramos. “As provas têm que ser em dupla porque não tem espaço para ser individual”, mostrou a professora Geovana Caetano da Rosa. Isso sem falar nas goteiras, ratos e até cobras que costumam aparecer.
Prédios demolidos
Três prédios do Iemar, situado na área central, foram destruídos no ano passado. A promessa era a construção de uma nova e moderna escola em lugar da antiga, que já tinha 75 anos. Sobrou só o prédio da frente, onde funcionava a parte administrativa. Enquanto a construção não fosse concluída, seriam montadas salas modulares provisórias para que os cerca de 780 estudantes, da 6ª série ao 3º ano do Ensino Médio, não fossem prejudicados. Mas nada disso ocorreu.
Com a troca no Governo do Estado e as dificuldades financeiras, a situação se complicou. O Governo alegou que os novos prédios não possuíam nem projeto e que o aluguel de salas provisórias tem alto custo. A situação causou revolta em alunos, pais, professores, funcionários e na comunidade. Foi iniciada uma mobilização, inclusive com a criação de uma página no facebook da internet, chamada Salve Iemar.
O caso ganhou repercussão estadual na última semana após reportagem na RBS TV. O atual secretário de educação do Estado, Vieira da Cunha, disse que desconhecia o destino dos 1,5 milhão que em 2013 foram anunciados para a construção da nova escola. “Com certeza a verba acabou sendo destinada para outros fins. Por isso não tenho como assumir o compromisso de que a nova escola será já construída. Terá de entrar num planejamento de construção de novos estabelecimentos educacionais que a nova gestão está fazendo”, declarou, sem dar previsão para a construção do novo colégio.
Maior escola da Capela uma das principais da região, o Iemar já chegou a ter 1300 alunos. Hoje conta com menos da metade disso. “Tem 40 alunos onde cabem 15”, lamentou a atual secretária municipal de educação, Vanda Oliveira. Ela lembra que trabalhou no Almeida Ramos por 32 anos, sendo diretora e vice por cerca de 10 anos. “As condições hoje são desumanas”, completa, sobre as aulas que estão ocorrendo provisoriamente no CTML (Centro de Treinamento e Mecanização da Lavoura), distante cerca de 4 quilômetros do antigo local do colégio. E os problemas não param por aí.
O acesso é muito ruim, causando transtornos e aumentando os custos com o transporte escolar. Computadores novos não podem funcionar, ficando os alunos sem laboratório de informática. Chegou até a faltar água nas torneiras e banheiros, com as aulas tendo de ser suspensas por quinze dias. “Está tudo amontoado”, lamentou a professora Ana Lúcia Raques Ramos. “As provas têm que ser em dupla porque não tem espaço para ser individual”, mostrou a professora Geovana Caetano da Rosa. Isso sem falar nas goteiras, ratos e até cobras que costumam aparecer.
Prédios demolidos
Três prédios do Iemar, situado na área central, foram destruídos no ano passado. A promessa era a construção de uma nova e moderna escola em lugar da antiga, que já tinha 75 anos. Sobrou só o prédio da frente, onde funcionava a parte administrativa. Enquanto a construção não fosse concluída, seriam montadas salas modulares provisórias para que os cerca de 780 estudantes, da 6ª série ao 3º ano do Ensino Médio, não fossem prejudicados. Mas nada disso ocorreu.
Com a troca no Governo do Estado e as dificuldades financeiras, a situação se complicou. O Governo alegou que os novos prédios não possuíam nem projeto e que o aluguel de salas provisórias tem alto custo. A situação causou revolta em alunos, pais, professores, funcionários e na comunidade. Foi iniciada uma mobilização, inclusive com a criação de uma página no facebook da internet, chamada Salve Iemar.
O caso ganhou repercussão estadual na última semana após reportagem na RBS TV. O atual secretário de educação do Estado, Vieira da Cunha, disse que desconhecia o destino dos 1,5 milhão que em 2013 foram anunciados para a construção da nova escola. “Com certeza a verba acabou sendo destinada para outros fins. Por isso não tenho como assumir o compromisso de que a nova escola será já construída. Terá de entrar num planejamento de construção de novos estabelecimentos educacionais que a nova gestão está fazendo”, declarou, sem dar previsão para a construção do novo colégio.
Aluguel do Salão Paroquial
Mesmo sendo uma escola estadual, para não prejudicar os alunos o município decidiu arcar com o transporte escolar até o CTML onde os alunos estudam durante o dia no ensino fundamental e médio. Já outros cerca de cem, durante a noite, estudam na Escola Estadual Estação Azevedo. Mas devido a transferência, muitos pediram transferência para outros colégios, inclusive de outras cidades.
O prefeito Nestor Bernardes vinha tentando a transferência para o novo salão paroquial, próximo da igreja Matriz. Na última semana o projeto foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores, com o município pagando nos primeiros meses o custo de 5 mil mensais. Depois o aluguel será assumido pelo Estado, que também deverá colocar as divisórias na parte inferior do salão paroquial.
Na última quarta-feira, membros da Secretaria Estadual de Educação, juntamente com o prefeito e o padre Ângelo Bach vistoriaram o local onde serão instaladas as salas. A mudança deve ocorrer nos próximos dias, assim que tiver a licença do Corpo de Bombeiros e toda a estrutura pronta. No local devem estudar alunos de seis turmas pela manhã e mais seis na parte da tarde. Além da melhor localização, bem no centro, os professores acreditam que no salão paroquial terá mais estrutura para que os alunos possam ter condições de aprender.
Mesmo sendo uma escola estadual, para não prejudicar os alunos o município decidiu arcar com o transporte escolar até o CTML onde os alunos estudam durante o dia no ensino fundamental e médio. Já outros cerca de cem, durante a noite, estudam na Escola Estadual Estação Azevedo. Mas devido a transferência, muitos pediram transferência para outros colégios, inclusive de outras cidades.
O prefeito Nestor Bernardes vinha tentando a transferência para o novo salão paroquial, próximo da igreja Matriz. Na última semana o projeto foi aprovado por unanimidade pela Câmara de Vereadores, com o município pagando nos primeiros meses o custo de 5 mil mensais. Depois o aluguel será assumido pelo Estado, que também deverá colocar as divisórias na parte inferior do salão paroquial.
Na última quarta-feira, membros da Secretaria Estadual de Educação, juntamente com o prefeito e o padre Ângelo Bach vistoriaram o local onde serão instaladas as salas. A mudança deve ocorrer nos próximos dias, assim que tiver a licença do Corpo de Bombeiros e toda a estrutura pronta. No local devem estudar alunos de seis turmas pela manhã e mais seis na parte da tarde. Além da melhor localização, bem no centro, os professores acreditam que no salão paroquial terá mais estrutura para que os alunos possam ter condições de aprender.
Guilherme Baptista - guilherme.fatonovo@gmail.com
de Santana - Sexta-Feira, 23 de Janeiro de 2015 - Hora:15:50
de Santana - Sexta-Feira, 23 de Janeiro de 2015 - Hora:15:50
Maior escola está sendo destruída
Novos prédios serão construídos
Os prédios que por 75 anos foram utilizados pelos alunos e professores do Instituto Estadual Manoel de Almeida Ramos (IEMAR) estão sendo colocados abaixo. O processo de demolição e de limpeza do local deverá levar dois meses. Durante esse tempo, estarão sendo construídas salas modulares temporárias, que serão usadas enquanto ocorre o processo de reconstrução da escola estadual. Os cerca de 780 alunos, até o final do ano passado, estavam estudando no CTML e de noite na Escola Municipal Padre João Inácio de Mello, no bairro progresso.
A execução de todo esse processo que se iniciou agora foi prometida em outubro de 2014, durante uma reunião realizada pela 2ª CRE com a comunidade de Capela de Santana. A intenção era explicar mais detalhes sobre todo o processo de reconstrução do IEMAR, que tem a demolição dos prédios e a fabricação das salas modulares como uma das primeiras etapas.
A Prefeitura espera que a reconstrução do IEMAR seja concluída o mais breve possível, pois os valores, com o transporte escolar para o CTML, aumentaram muito. Enquanto o novo colégio não fica pronto, os alunos deverão estudar nas salas modulares.
Escola Estadual de Ensino Fundamental
Estação Azevedo
Professora Márcia Rosvita
Professora Cibele Allgayer
Professora Cidiane da Silva
Professora Márcia Lopes
2015
A escola
Lembrança que eu fiz
As turmas
Professora Adriana
Professora Alcione
Professora Solange Leite
Professora Vanessa
Professora Camila
Professora Francieli
Professora Iara
Professora Joice
Professora Rose
Professora Saionara
2017
A Escola
2018
A Escola
Professora Alcione
Professora Claudiane
Professora Franciele
Professoras Cássia e Juliana
Professora Charlene
Lembrança Escolar que eu fiz
2015
A escola
Lembranças que eu fiz
As turmas
Professora Ana Claudia
Professora Débora
Professora Mirian
Professora Solange e Angela
Professora Abigail
Professora Ana Paula
Professora Barbara
Professora Cintia
Professora Cintia
Professora Claudia
Professora Mariani
2017
A Escola
2018
A Escola
Lembrança Escolar que eu fiz
As turmas e seus Professores
Professora Ana Claudia
Professora Débora
Professor André
Professora Tamara
Professora Anelise
Professora Simone
Algumas fotos tiradas em Desfile Cívico na
Semana da Pátria
Desfile da Semana da Pátria
Algumas fotos em anos diferentes
Jogos Municipais Estudantis
Semana Farroupilha
Escola presente em todos os eventos
Escola Municipal de Ensino Fundamental
Nossa Senhora das Graças
2008
2009
2012
2015
A escola
Lembranças que eu fiz
As turmas
Professora Daniela
Professora Fernanda
Professora Gilse
Professora Heloisa
Professora Leila
Professora Monique
2016
A Escola
Diretora e vice- diretora
Lembrança escolar que eu fiz
As turmas
Professora Daniela
Professora Márcia
Professora Monique
Professora Tatiana
Professora Eloisa
Professora Magali
Professor
2017
A Escola
Escola Municipa de Educação Infantil
Primeiros Passos
2014
2015
2016
A Escola
Lembrança Escolar que eu fiz
Todas as Turmas
2017
2018
Os Professores
Escola Municipal de Educação Infantil
Pequeno Príncipe
2008
2009
2010
2011
2012
Lembrança Escolar que eu fiz
2014
Lembrança Escolar que eu fiz
2016
A Escola
Lembrança Escolar que eu fiz
Todas as turmas
Turmas
Professora Andrea - Tiele - Débora e Letícia
No refeitório
2017
A Escola
Lembrança Escolar que eu fiz
Escola Municipal de Ensino Fundamental
Gente Inocente
2008
2014
2016
A Escola
Lembrança Escolar que eu fiz
Todas as turmas
Turmas
Professor Rodrigo
Professora Isabel
Professora Letícia
Professora Maria de Lourdes
Professora Vanessa
Professora Viviane
2017
A ESCOLA
2018
A ESCOLA

















































































































































































































































































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